segunda-feira, 11 de maio de 2009

3ª Oficina: TP 3 - Gêneros e Tipos Textuais - Unidades 9 e 10

  • Acolhida: "A complicada arte de ver";
  • Gêneros Textuais;
  • Relato de Atividades;
  • Habilidades de Ensino de Língua Portuguesa;
  • Gêneros Textuais e Ensino:
  • Receitas e Dietas;
  • Vídeo: Cordel;
  • Vídeo: Fábula;
  • Biografia;
  • Proposta de Atividades;
  • receita de Olhar - Avaliação.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

2º OFICINA INTRODUTÓRIA: Fico assim sem você





Já estamos no segundo encontro e parece ainda ser um começo. Todas as angústias vêm juntas: e se o material não foi suficiente e se as tecnologias não funcionarem? Mas tudo deu certo neste aspecto. E a outra preocupação era o tempo. Tempo de dar conta do que foi planejado.

Então deu início as atividades com um texto de acolhida. Um texto que faz referência ao começar. A importância e valor do início de qualquer atividade. Na sequência a música "Fica assim sem você"e a dinâmica do complemento. Como alguns cursistas já tinham conhecimento da mesma, eles proporam que as fichas fossem de cores diferentes, as respostas de uma cor e as perguntas de outras. E foi sugerido para os cursistas que pudessem inserir a música e uma atividade de produção de textos.


Após o primeiro momento, foi realizado o estudo da Estrutura dos cadernos de teoria e Prática 3, o Avançando na prática, a lição de casa, o projeto e o Memorial de leitura. A descoberta de se perceber leitor ou de se descobri ainda como alguém que não faz parte deste mundo da leitura.


Na conclusão da oficina, realizou-se a avaliação em que os cursistas se posicionaram em relação ao encontro. Percebi uma angústia dos cursistas, a mesma que senti no encontro inicial, pois as atividades são muitas e no primeiro momento assustam. Assim alguns cursistas mencionavam:



  • "Fiquei aflita. Isso é bom. Quando fico aflita tenho que achar uma solução. "roda apertada e que canta.";


  • "Foi colocado o todo do programa e ficamos sabendo quais são nossas atribuições quanto ao programa. estou amando a dinâmica do GESTAR II;


  • "Sugiro que continue trabalhando com as dinâmicas, músicas e outras, pois nos enriquece quanto ao nosso trabalho em sala";


  • "Várias propostas foram apresentadas e elas embasarão as aulas de forma interessante.
    Estou agindo, pensando aceleradamente. UFA!!!!! GESTAR".

segunda-feira, 13 de abril de 2009

1º oficina - Introdutória: Começando o jogo

Nesta oficina, Iniciamos com uma dinâmica do barbante de uma forma adaptada: uma retrospectiva sobre a sua trajetória como educador juntamente com as expectativas sobre o curso que esta iniciando GESTAR II e qual a contribuição deste programa de formação continuada na sua formação como educador. Na sequência, montamos uma árvore, fixando o barbante as suas respectivas folhas.


No momento da socialização, percebemos o quanto o lado profissional está intrinsecamente interligado ao lado emocional e descobrimos em cada colega educador suas memórias, suas dificuldades para atingir o lugar atual e suas vitórias, resultantes de muitas lutas. Foi realmente emocionante.

Continuamos solicitando para que cada pessoa escolhesse um dos elementos (que estavam fixados nas paredes) SOL, ANIMAL, CÉU, MONTANHA, LUZ, RIO, ÁRVORE, MAR. A partir da escolha cada um iria montar um pequeno texto associando a sua escolha com sua vida profissional e pessoal. Em seguida os textos foram socializados para todos da turma.

Na segunda parte do encontro, iniciamos com a caracterização do programa em slide, seguida da discussão sobre as possíveis dúvidas mais frequentes e concluindo com uma avaliação desta oficina introdutória. Pela avaliação, senti alguns cursistas animados, percebendo como mais um momento de troca de experiências.

sexta-feira, 6 de março de 2009

A conclusão das incertezas


O cansaço já reduz as palavras. Enfrentar o conturbado trânsito da capital baiana contrastando com suas riquezas naturais (uma mar navegando ao vento) e os pecados artificiais (shoppings grandiosos e um capitalismo exacerbado). E ao chegar estava assim um pouco insípida, assim sem certezas dos meus quereres e fui contemplada com uma dinâmica que proporcionou um contato maior entre o grupo. O fato de conhecer o outro sua integridade como pessoa e, outrossim, como professor, um profissional doador de saberes e de humanidade. A mediadora trouxe um texto “O exercício de ser professor”, Fátima Miguez. A colega Graça nos proporcionou as crônicas do seu irmão “A bicicleta de Paulinho” que nos fez o clamor para a escrita

E o cronograma da distribuição das oficinas foi proposto, embora permaneça ainda muitas inquietudes. A colega Silvana me orientou muito e deu algumas sugestões.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Registro Reflexivo da Formação (1ª Formação)

Aprendizes de Professores

Na manhã de hoje, iniciamos com uma dinâmica que nos fez refletir sobre três situações que marcaram a nossa trajetória como educador. Creio que relembrar estas memórias nos fazem refletir sobre a prática educativa. E para mim não foi dificil, principalmente relembrar do início da minha trajetória, "quando ainda professora principiante deparei com uma turma de alfabetização e alfabetizar se faz com a alma, com os desejos de abrir as portas do mundo da linguagem.Senti-me vivaz ao perceber que podia contribuir e enriquecer o ensino de uma forma prazerosa".Os colegas continuaram, relatando suas histórias de bravos educadores. O Jomar relatou seu percurso com sofrimentos e também muita dedicação. Até caiu naladeira".

Na sequência, realizou-se uma dinâmica de divisão de grupos com nomes de animais. Uma das colegas aperfeiçoou a dinâmica ao sugerir uma música que a complementava. Após a dinâmica, começamos fazer uma analise do TP4 e suas atividades de apoio a aprendizagem, comparando se as propostas sugeridas no TP3 estão condizentes com os AAs. Foi uma atividade interessante, pois foi discutida no grupo muitas dúvidas e percebi o quanto a diversidade complementa as nossas particularidades.

A tarde uma dinâmica alegrou a turma: "Perguntas e respostas", podendo ser percebido o valor da coerência a um texto. Os colegas descontrairam e todos solicitaram o acesso ao material, a fim de produzir o seu material.

Os grupos socializaram suas discursões e os colegas contribuiram com suas experiências. A Clara indicou um livro que contribuiria para trabalhar com adolescentes.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Registro Reflexivo da Formação (1ª Formação)

HUMMMM. Lendo o Mundo a sua Volta

Nesta manhã do dia 4, ao chegar na sala a professora Lenita estava comentando sobre os poemas enlatados e sugeriu colocar poemas em latinhas ou caixinhas. Concretizou a atividade passando a caixa pela sala e cada cursista lia uma das poesias. Neste momento, relembrei de um projeto sobre poesia da revista Nova Escola “lata de poesia” e comentei a uma colega sobre os filmes propostos no projeto em questão.


Em seguida, os colegas iniciaram a leitura das biografias e eu continuei a conclusão da minha que na verdade parecia mais um texto poético pois se referia a biografia do0 meu filho. A professora Lenita solicitou que os formadores a entregasse ou postassem no portifolio. Assim postei a minha biografia na postagem abaixo.


Após iniciarmos o estudo de Gêneros Textuais e sua diferença entre as Tipologias textuais a professora apresentou a leitura do livro Filpo Filva de Eva Furnari que apresenta uma variedade de gêneros textuais em uma historia divertida e cômica. Um texto encantador, que me retratou a situações de aprendizagem favoráveis aquela leitura. Prosseguiu assim com a explanação sobre a diversidade de gêneros usados no dia a dia.


Na verdade, para concluir a professora nos entregou uma bula com balinhas em um saquinho. De pé fomos lendo o texto “balas para crescimento” por meio de leitura coletiva e depois nos abraçamos.


A tarde continuamos a leitura o livro de Eva Furnari, considerada como leitura por fruição. Um livro prazeroso r rico de conteúdo sobre gêneros textuais. Como programação, iniciamos com O TP 4 “Leitura e processos de escrita”. A leitura e seus desmembramentos constitutivos da nossa cultura, a comunicação à distância e a leitura como instrumento de poder. Como a leitura pode contribuir no processo de aprendizagem? O letramento e o depoimento de escritores famosos. O próximo passo foi a leitura de diversas imagens.

Na sequência, a mediadora sugeriu uma atividade de grupo (que tipo textual seria usado?). Assim prescritas:

* Grupo I: procure convencer o leitor da importância de praticar esportes, pagina 80;

* Grupo II: procure convencer o leitor a visitar algum lugar interessante;

* Grupo III: Procure convencer o leitor a sorrir;

* Grupo IV: Produza um artigo de jornal abordando um problema ambiental do bairro ou da sua cidade.


Após esta atividade, a professora expôs os passos do memorial de leitura.

terça-feira, 3 de março de 2009

BIOGRAFIA - Vinicius Eduardo: menino ao vento


Garoto de Guanambi, Vinícius Eduardo filho de professores, ainda pueril(nascido em 04 de maio de 2001) com uma sagacidade própria. Menino arteiro trazia consigo seus encantos pela natureza: o prazer em estar em contato com os animais, principalmente um corcel negro que o deslumbrava. Um infância de fantasia, capaz de criar um mundo próprio: de heróis diversos e se personalizar a cada instante, com gestos, vozes. Estas personagens concretizavam em seus aniversários.


Como filho de leitores, ingressou cedo no âmbito literário e se debruçou nos encantos de O gato viriato, Ave em conserto, Bambi e nas imagens que o cinema lhe proporcionava em Shrek, Nem que a vaca tursa, Corcel Negro e seus heróis favoritos. De navegador da leitura, passou a nadador, ágil e perspicaz, mas ainda muito criança não quis seguir os passos que o professor de natação lhe oferecera e ingressou em uma escolinha de futebol. Inicialmente, não tinha o talento dos craques, embora se divertia e fazia muitas amizades.


Assim foi crescendo, ingressou na Escola como aluno determinado e muito preocupado com suas atribuições desta tenra idade. Começou seus estudos com afinco e respeito a si e as pessoas que lhes rodeiam. Amigo de todos, companheiro e carinhosos, um anjo de menino. Descobre o mundo e começa a voar pelas asas da infância. A bicicleta encantava seus voos, suas trilhas desnudam caminhos, descobrem o ser criança, menino de lama, de água, de fama. Menino, apenas menino de vento, de encantamento e com suas interfaces deslumbra-se com o encanto das águas. Pescador de sonhos, pescador mesmo de piabas, piau. Ah, criança que perpassa as águas, a terra e porque não o ar. E nos embalos dos ares, das cores e dos traços das pipas um arco-íris, no céu baiano, desenhado por mãos de seda se refaz, se contorna e perdura nos passos de um garoto, simples e infinitamente amável.